LIVRETO CELEBRATIVO
2° DIA DO SETENÁRIO E FESTA 
DE SÃO FRANCISCO XAVIER

 "Com São Francisco, Missionários de Esperança!"
Lema do 2° dia: Enviados para anunciar o Evangelho com coragem.

CANTO DE ENTRADA

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

SENHOR, TOMA MINHA VIDA NOVA
ANTES QUE A ESPERA DESGASTE ANOS EM MIM
ESTOU DISPOSTO AO QUE QUEIRAS
NÃO IMPORTA O QUE SEJA, TU CHAMAS-ME A SERVIR

LEVA-ME AONDE OS HOMENS NECESSITEM TUA PALAVRA
NECESSITEM DE FORÇA DE VIVER
ONDE FALTE A ESPERANÇA
ONDE TUDO SEJA TRISTE SIMPLESMENTE POR NÃO SABER DE TI

TE DOU MEU CORAÇÃO SINCERO
PARA GRITAR SEM MEDO, FORMOSO É TEU AMOR
SENHOR, TENHO ALMA MISSIONÁRIA
CONDUZA-ME À TERRA QUE TENHA SEDE DE TI

LEVA-ME AONDE OS HOMENS NECESSITEM TUA PALAVRA
NECESSITEM DE FORÇA DE VIVER
ONDE FALTE A ESPERANÇA
ONDE TUDO SEJA TRISTE SIMPLESMENTE POR NÃO SABER DE TI

E ASSIM, EU PARTIREI CANTANDO
POR TERRAS ANUNCIANDO TUA BELEZA, SENHOR
TE DOU MEUS PASSOS SEM CANSAÇO
TUA HISTÓRIA EM MEUS LÁBIOS E FORÇA NA ORAÇÃO

LEVA-ME AONDE OS HOMENS NECESSITEM TUA PALAVRA
NECESSITEM DE FORÇA DE VIVER
ONDE FALTE A ESPERANÇA
ONDE TUDO SEJA TRISTE SIMPLESMENTE POR NÃO SABER DE TI

LEVA-ME AONDE OS HOMENS NECESSITEM TUA PALAVRA
NECESSITEM DE FORÇA DE VIVER
ONDE FALTE A ESPERANÇA
ONDE TUDO SEJA TRISTE SIMPLESMENTE POR NÃO SABER DE TI.

SAUDAÇÃO

2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Deus da esperança que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

Segue o Ato Penitencial:

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.
Pres: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres: Tende compaixão de nós, Senhor.
Ass: Porque somos pecadores.
Pres: Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
Ass: E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.

4. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

HINO DE LOUVOR
5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS,
NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR,
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DO PAI,
GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM.

GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.

Ou, para a recitação:
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso, nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo; só vós, o Senhor; só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: 
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Levantai, Senhor, nós vos pedimos, o ânimo dos vossos fiéis, para que, fazendo frutificar com solicitude a obra da salvação, recebam maiores auxílios de vossa paternal bondade. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

PRIMEIRA LEITURA
( Dn 6, 12-28)

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura da Profecia de Daniel
Naqueles dias, 12aproximaram-se os chefes do reino e encontraram Daniel orando e fazendo preces a seu Deus. 13Foram ter com o rei e falaram a propósito do decreto: “Ó rei, acaso não assinaste um decreto segundo o qual toda pessoa que, nos próximos trinta dias, dirija oração a qualquer divindade ou homem que não sejas tu, ó rei, seria atirada na cova dos leões?” O rei respondeu: “O que dizeis é verdade, como manda a lei dos medos e persas, e que não se pode violar”. Então eles disseram perante o rei: “Daniel, um dos cativos de Judá, não fez caso de ti, ó rei, nem do decreto que assinaste, mas três vezes por dia ele faz suas preces e orações”. 15Ao ouvir isto, o rei ficou muito desapontado e tomou a resolução de salvar Daniel, empenhando-se em libertá-lo antes do pôr-do-sol. 16Mas aqueles homens instaram com o rei e disseram: “Não te esqueças, ó rei, de que é lei dos medos e persas que não se pode mudar nenhum decreto que o rei tenha promulgado”. 17Então o rei deu ordem para buscar Daniel e lançá-lo na cova dos leões. E disse a ele: “O teu Deus, a quem prestas culto com perseverança, haverá de salvar-te”. 18Trouxeram uma pedra e colocaram-na sobre a boca da cova, que o rei marcou com seu anel e os dos grandes da corte, para que nada se tentasse contra Daniel. 19O rei retirou-se para o palácio e foi dormir sem cear, e não quis que lhe trouxessem comida; além disso, não conseguiu conciliar o sono. 20Ao raiar do dia, levantou-se o rei e foi apressadamente à cova dos leões; 21aproximando-se da cova, chamou por Daniel com voz aflita, e disse: “Daniel, servo do Deus vivo, teu Deus, a quem prestas culto com perseverança, pôde salvar-te dos leões?” 22E Daniel respondeu ao rei: “Ó rei, vive para sempre! 23O meu Deus enviou seu anjo e fechou a boca dos leões; os leões não me fizeram mal, porque, na presença dele foi provada a minha inocência; tampouco pratiquei qualquer crime contra ti, ó rei”. 24Com isso, alegrou-se grandemente o rei; e mandou tirar Daniel da cova; quando o retiraram, nenhuma lesão mostrava ele, porque acreditara em seu Deus. 25O rei mandou vir os homens que acusaram Daniel e os fez lançar na cova dos leões, juntamente com seus filhos e suas mulheres; estes não tinham chegado ao fundo da cova, e já os leões caíam sobre eles, esmagando-lhes os ossos. 26Então o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e línguas que habitavam a terra: “Que vossa paz se multiplique. 27Está decretado por mim que, em todo o território do meu império, todos respeitem e temam o Deus de Daniel: ele é o Deus vivo que permanece para sempre, seu reino não será destruído e seu poder durará eternamente; 28ele é o libertador e salvador, que opera sinais e maravilhas no céu e na terra. Foi ele quem salvou Daniel das garras dos leões!”
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

℟. Louvai-o e exaltai-o, pelos séculos sem fim!

— Orvalhos e garoas, bendizei o Senhor! Geada e frio, bendizei o Senhor! Gelos e neves, bendizei o Senhor! ℟.

— Noites e dias, bendizei o Senhor! Luzes e trevas, bendizei o Senhor! ℟.

— Raios e nuvens, bendizei o Senhor! Ilhas e terra, bendizei o Senhor! ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, A-A-A-L-E-E-L-U-U-U-I-A!

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Lc 21, 20-28)

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 20“Quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, ficai sabendo que a sua destruição está próxima. 21Então, os que estiverem na Judeia, devem fugir para as montanhas; os que estiverem no meio da cidade, devem afastar-se; os que estiverem no campo, não entrem na cidade. 22Pois esses dias são de vingança, para que se cumpra tudo o que dizem as Escrituras.
23Infelizes das mulheres grávidas e daquelas que estiverem amamentando naqueles dias, pois haverá uma grande calamidade na terra e ira contra este povo. 24Serão mortos pela espada e levados presos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos infiéis, até que o tempo dos pagãos se complete. 25Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, com pavor do barulho do mar e das ondas. 26Os homens vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as forças do céu serão abaladas. 27Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória. 28Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima”.
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

A homilia procede-se normalmente. Recomenda-se falar a respeito das escrituras lidas e sobre a Festividade que celebramos, especialmente sobre o lema de hoje: "Enviados para anunciar o Evangelho com coragem."

PRECES DA ASSEMBLEIA

16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres: Irmãos e irmãs, reunidos sob o patrocínio de São Francisco Xavier, apresentemos ao Senhor nossas preces com fé e confiança.
Ass: São Francisco Xavier, intercedei por nós!
 
1. Pela Santa Igreja de Deus, para que, inspirada no ardor missionário de São Francisco Xavier, anuncie com alegria o Evangelho a todos os povos e culturas.
 
2. Pelo Santo Padre, pelos bispos, presbíteros e diáconos, para que sejam pastores firmes na fé, sábios no discernimento e generosos no serviço ao Povo de Deus.
 
3. Por todos os missionários e missionárias que dedicam a vida ao anúncio da Palavra, muitas vezes em terras distantes e adversas, para que encontrem força, proteção e perseverança no Senhor.

5.  Pela nossa cidade de Salvador, confiada à intercessão de São Francisco Xavier, para que cresça na justiça, na paz, no respeito à vida e na solidariedade com os pobres.

6.  Por todos nós que participamos deste setenário, para que renovemos o fervor missionário, vivamos na caridade fraterna e sejamos testemunhas de Cristo no cotidiano.

Pres: Senhor Deus, acolhei as preces que vos apresentamos pela intercessão de São Francisco Xavier, vosso servo fiel. Fazei-nos crescer na fé, na esperança e no ardor missionário, para que, conduzidos por vosso Espírito, vivamos sempre em vosso amor. Por Cristo, vosso filho e Senhor nosso.
Ass: Amém.

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

OS GRÃOS QUE FORMAM ESPIGAS
SE UNEM PRA SEREM PÃO
OS HOMENS QUE SÃO IGREJA
SE UNEM PELA OBLÇÃO

DIANTE DO ALTAR, SENHOR
ENTENDO MINHA VOCAÇÃO
DEVO SACRIFICAR
A VIDA POR MEU IRMÃO

O GRÃO CAÍDO NA TERRA
SÓ VIVE SE VAI MORRER
É DANDO QUE SE RECEBE
MORRENDO SE VAI VIVER

DIANTE DO ALTAR, SENHOR
ENTENDO MINHA VOCAÇÃO
DEVO SACRIFICAR
A VIDA POR MEU IRMÃO

O VINHO E O PÃO OFERTAMOS
SÃO NOSSAS RESPOSTAS DE AMOR
PEDIMOS HUMILDEMENTE
ACEITA-NOS, Ó SENHOR

DIANTE DO ALTAR, SENHOR
ENTENDO MINHA VOCAÇÃO
DEVO SACRIFICAR
A VIDA POR MEU IRMÃO

DIANTE DO ALTAR, SENHOR
ENTENDO MINHA VOCAÇÃO
DEVO SACRIFICAR
A VIDA POR MEU IRMÃO

DIANTE DO ALTAR, SENHOR
ENTENDO MINHA VOCAÇÃO
DEVO SACRIFICAR
A VIDA POR MEU IRMÃO

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
 
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Acolhei, Senhor, os sagrados dons que mandastes oferecer ao vosso nome; e, para que eles nos tornem agradáveis aos olhos da vossa paternal bondade, fazei-nos sempre obedecer a vossos mandamentos. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO COMUM I
(A restauração universal em Cristo)

58. Nas Missas de Nossa Senhora, acrescentando-se em cada uma a mensão da festa, como está indicado.

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:  Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele quisestes renovar todas as coisas, e a nós destes participar da sua plenitude. Sendo de condição divina, despojou-se da sua glória e, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro; exaltado acima de todas as criaturas, tornou-se a fonte da salvação eterna para aqueles que lhe obedecem. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERO.

O CEU E A TERRA PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA,
HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR,
HOSANA NAS ALTURAS!

SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO
SANTO, SANTO, SANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO.

Ou, para a recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Ó Pai, vós que sempre quisestes ficar muito perto de nós, vivendo conosco no Cristo, falando conosco por ele,
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
mandai vosso Espírito Santo,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que as nossas ofertas se mudem no Corpo ✠ e no Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.: Mandai vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue, ceando com seus Apóstolos,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos
olhou para o céu e vos deu graças, partiu o pão e o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Tudo isto é mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Toda vez que comemos deste Pão, toda vez que bebemos deste Vinho, recordamos a paixão de Jesus Cristo e ficamos esperando sua vinda.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Recordando, ó Pai, neste momento, a paixão de Jesus, nosso Senhor, sua ressurreição e ascensão, nós queremos a vós oferecer este Pão que alimenta e que dá vida, este Vinho que nos salva e dá coragem.
A assembleia aclama:
℟.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres.: E quando recebermos Pão e Vinho, o Corpo e Sangue dele oferecidos, o Espírito nos una num só corpo, para sermos um só povo em seu amor.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Protegei vossa Igreja que caminha nas estradas do mundo rumo ao céu, cada dia renovando a esperança de chegar junto a vós, na vossa paz.
A assembleia aclama:
℟.: Caminhamos na estrada de Jesus!

2C: Dai ao vosso servo, o Papa Pio, ser bem firme na fé, na caridade, e a N., que é Bispo desta Igreja, muita luz para guiar o vosso Povo.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

3C: Esperamos entrar na vida eterna com Maria, Mãe de Deus e da Igreja, os Apóstolos, e todos os que na vida souberam amar Cristo e seus irmãos.
A assembleia aclama:
℟.: Esperamos entrar na vida eterna!

4C: Abri as portas da misericórdia aos que chamastes para a outra vida; acolhei-os junto a vós, bem felizes, no reino que para todos preparastes.
A assembleia aclama:
℟.: A todos dai a luz que não se apaga!

O sacerdote, de braços abertos, continua:
Pres.: E a todos nós, aqui reunidos, que somos povo santo e pecador, dai-nos a graça de participar do vosso reino que também é nosso.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos, digamos juntos:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
 
126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: 
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
 
127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. 
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: 
Amém.
 
128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass:
 
O amor de Cristo nos uniu.
 
SAUDAÇÃO DA PAZ

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
131. Enquanto isso, canta-se:

CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!
PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!
PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS
QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAÍ-NOS A PAZ, 
A VOSSA PAZ!

Para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
 
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
 
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

Todos: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

COMUNHÃO

NO DESERTO DA VIDA QUANDO A SEDE ME VEM
QUANDO CLAMO BEM ALTO E NÃO VEJO NINGUÉM
EU ME LEMBRO DE TI E ME SINTO FELIZ
POIS ESCUTO BEM PERTO TUA VOZ QUE ME DIZ

QUEM TIVER SEDE VENHA A MIM E BEBA
E DO SEIO DE QUEM CRÊ EM MIM
HÃO DE BROTAR TORRENTES DE ÁGUA VIVA
JORRANDO SEMPRE SEM JAMAIS TER FIM

MUITAS VEZES A DOR NÃO ME DEIXA DIZER
QUANTA SEDE DE AMOR TRAGO DENTRO EM MEU SER
MAS TU OUVES A VOZ DO SILÊNCIO TAMBÉM
E, NO AMOR, ME CONDUZES À FONTE DO BEM

QUEM TIVER SEDE VENHA A MIM E BEBA
E DO SEIO DE QUEM CRÊ EM MIM
HÃO DE BROTAR TORRENTES DE ÁGUA VIVA
JORRANDO SEMPRE SEM JAMAIS TER FIM

O TEU DOM SEM RESERVAS EU VOU RECEBER
ESTE PÃO QUE CONSERVA TUA VIDA EM MEU SER
COMO OUTRORA FIZESTE PELA SAMARIA
A TUA PRESENÇA ME TRAZ ALEGRIA

QUEM TIVER SEDE VENHA A MIM E BEBA
E DO SEIO DE QUEM CRÊ EM MIM
HÃO DE BROTAR TORRENTES DE ÁGUA VIVA
JORRANDO SEMPRE SEM JAMAIS TER FIM

EU QUISERA VIVER AO TEU LADO, SENHOR
TRANSFORMANDO MINHA VIDA EM FONTE DE AMOR
ONDE TODOS QUE BUSCAM, TENTANDO ENCONTRAR
EM MEU TESTEMUNHO TE OUVISSEM FALAR

QUEM TIVER SEDE VENHA A MIM E BEBA
E DO SEIO DE QUEM CRÊ EM MIM
HÃO DE BROTAR TORRENTES DE ÁGUA VIVA
JORRANDO SEMPRE SEM JAMAIS TER FIM

QUEM TIVER SEDE VENHA A MIM E BEBA
E DO SEIO DE QUEM CRÊ EM MIM
HÃO DE BROTAR TORRENTES DE ÁGUA VIVA
JORRANDO SEMPRE SEM JAMAIS TER FIM

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres:
 
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Deus todo-poderoso, nós vos pedimos, não permitais que se separem de vós aqueles a quem concedeis a alegria de participar da vossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

RITO DO SETENÁRIO

Após a oração Pós-Comunhão, faz-se o rito do Setenário Solene
Pres: Queridos irmãos e irmãs, dando continuidade à nossa celebração e perseverando na fé, iniciamos agora o momento solene de nosso Setenário a São Francisco Xavier, padroeiro desta cidade de Salvador. Que seu testemunho ardoroso desperte em nós o fervor missionário, a alegria do Evangelho e a esperança que transforma vidas.

E todos se dirigem para a Imagem de São Francisco Xavier, enquanto se canta:

TUDO POR CASUA DE UM GRANDE AMOR
TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR
TUDO, TUDO, POR CAUSA
DE UM GRANDE AMOR

TUDO POR CASUA DE UM GRANDE AMOR
TUDO POR CAUSA DE UM GRANDE AMOR
TUDO, TUDO, POR CAUSA
DE UM GRANDE AMOR

 PALAVRA DO PADROEIRO

Chegando diante da imagem, todos se voltam para ela. Antes a ladainha, o comentarista ou leitor aproxima-se da imagem, faz uma breve inclinação e dirige-se ao microfone. Todos permanecem de pé e em silêncio reverente.
Leitor: Ouçamos a palavra que inspira nossa oração.

O MILAGRE DAS ÁGUAS EM TRAVESSIA

Recordemos hoje um dos milagres mais conhecidos da vida de São Francisco Xavier: o prodígio das águas em meio à tempestade. Durante a longa travessia rumo ao Oriente, o navio foi atingido por violentíssimos ventos, ondas gigantescas e escuridão profunda. A tripulação, tomada pelo pavor, acreditava que aquele seria seu fim.

Francisco, porém, permaneceu de pé no convés, segurando um crucifixo simples de madeira. Ele rezava como quem fala com um amigo íntimo, confiando cada vida presente à misericórdia de Deus. Em um gesto dramático, erguendo o crucifixo aos céus, lançou-o ao mar, dizendo: “Senhor, como este crucifixo repousa em vossas mãos, assim colocamos em vós as nossas vidas.”

Minutos depois, algo extraordinário aconteceu: as ondas diminuíram, o vento perdeu sua fúria e a embarcação começou a estabilizar-se. A tempestade dissipou-se tão repentinamente quanto havia começado. Dias depois, pescadores devolveram ao missionário o crucifixo, encontrado intacto entre as rochas.

Aquele milagre se tornou símbolo de sua fé inabalável: para quem confia plenamente em Deus, nem as maiores tempestades são capazes de destruir a missão.

 LADAINHA RECITADA

O presidente inicia a ladainha e o povo responde.
Pres: Unidos ao povo de Deus espalhado em todas as nações, invoquemos confiantes a intercessão de nosso padroeiro.

Pres: São Francisco Xavier, apóstolo da Ásia e das Índias,
Ass.: Intercedei por nós!

Pres: Missionário incansável da esperança,
Ass.: Intercedei por nós!

Pres: Testemunha da fé que vence fronteiras,
Ass.: Intercedei por nós!

Pres: Consolador dos enfermos e perseguidos,
Ass.: Intercedei por nós!

Pres: Protetor desta cidade de Salvador,
Ass.: Intercedei por nós!

Pres: Amigo dos pobres e dos esquecidos,
Ass.: Intercedei por nós!

Pres: Fogo ardente da paixão por Cristo,
Ass.: Intercedei por nós!


 PRECES DO SETENÁRIO

Terminada a Ladainha, o presidente volta-se para o povo. Todos permanecem de pé.
Pres: Elevemos ao Senhor nossas súplicas, confiando na intercessão de São Francisco Xavier.

Pres:  Por nossa comunidade, para que viva com ardor a missão que Cristo nos confiou.
Ass.: Renovai nossa fé, Senhor!

Pres:  Pelos missionários e missionárias espalhados pelo mundo.
Ass.: Guardai e fortalecei vosso povo, Senhor!

Pres:  Pelos enfermos, pobres e aflitos, que encontram em Xavier um intercessor e amigo.
Ass.: Derramai vossa misericórdia, Senhor!

Pres:  Por nossas famílias, para que cresçam na fé, no amor e na paz.
Ass.: Conduzi-nos na vossa luz, Senhor!

Pres:  Pelos pedidos colocados dia
nte da imagem do santo, pelos devotos, benfeitores e por todos que nos acompanham.
Ass.: Atendei-nos, Senhor!

ORAÇÃO DO 2° DIA

Após as preces, o presidente recolhe as intenções e, com mãos estendidas, faz a oração própria do dia.
Pres: Senhor Deus da esperança e da promessa, que fizestes de São Francisco Xavier um farol luminoso nas regiões mais afastadas do mundo, olhai para nós neste dia do Setenário.
Dai-nos a firmeza interior que nasce da fé, para que jamais nos deixemos vencer pelo desânimo, pela tristeza ou pelo medo. Que, como Xavier, sejamos homens e mulheres que carregam a esperança como dom, missão e responsabilidade.
Que cada gesto nosso comunique ao mundo que Cristo vive, salva e transforma; que nenhuma realidade humana é irreversível quando tocada por Vossa graça; que a esperança não é um sentimento vago, mas uma força concreta que cura e renova.
Fazei-nos irradiar Vossa luz onde houver trevas, e semear Vosso amor onde houver dor.
Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.
Ass.: Amém!

Terminada a oração, o presidente faz uma breve inclinação diante da imagem do santo. Todos retornam aos seus lugares enquanto se entoa um cântico suave ou instrumental. Canta-se o cântico. Após isso, a Missa segue com os ritos finais.

Ó XAVIER, ARAUTO SANTO,
FOGO ARDENTE EM CARIDADE,
TEU VIGOR MOVEU NA TERRA
MULTIDÕES À LIBERDADE.
FILHO AUDAZ DE CRISTO VIVO,
QUE PARTISTE SEM TEMER,
CONDUZ-NOS, MISSIONÁRIOS,
PELA ESTRADA DO NASCER.

COM SÃO FRANCISCO, MISSIONÁRIOS DE ESPERANÇA,
ERGUE MOS NOSSAS VOZES AO SENHOR!
CAMINHA À FRENTE, SANTO PEREGRINO,
E FAZE A IGREJA INTEIRA RESPLANDECER!

NOS CONFINS DO MUNDO ANTIGO,
TUA PRECE ILUMINOU;
SOBRE AS ONDAS, TEU BRAÇO
MUITOS POVOS ABRAÇOU.
NO JAPÃO SEMEASTE O REINO,
NA ALVORADA DO BEM VER;
NO SILÊNCIO, FOSTE LUZ,
NO MARTÍRIO DE VIVER.

COM SÃO FRANCISCO, MISSIONÁRIOS DE ESPERANÇA,
ERGUE MOS NOSSAS VOZES AO SENHOR!
CAMINHA À FRENTE, SANTO PEREGRINO,
E FAZE A IGREJA INTEIRA RESPLANDECER!

SALVADOR, CIDADE ELEITA,
HOJE EXULTA EM TEU LOUVOR;
Ó PADROEIRO BENDITO,
SÊ PRESENÇA EM NOSSO ALTAR.
QUE TEU PASSO MISSIONÁRIO
NOS ENSINE A COMBATER
O DESÂNIMO E AS TREVAS,
COM CORAGEM DE CRER.

COM SÃO FRANCISCO, MISSIONÁRIOS DE ESPERANÇA,
ERGUE MOS NOSSAS VOZES AO SENHOR!
CAMINHA À FRENTE, SANTO PEREGRINO,
E FAZE A IGREJA INTEIRA RESPLANDECER!

NO MISTÉRIO SEMEASTE
A VERDADE QUE LIBERTA;
TEU OLHAR, FIRME E PROFÉTICO,
MANTÉM VIVA A PORTA ABERTA.
INTERCEDE, Ó FIEL SERVO,
PARA O POVO RENASCER;
QUE SEJAMOS ESPERANÇA
PARA O MUNDO COMPREENDER.

COM SÃO FRANCISCO, MISSIONÁRIOS DE ESPERANÇA,
ERGUE MOS NOSSAS VOZES AO SENHOR!
CAMINHA À FRENTE, SANTO PEREGRINO,
E FAZE A IGREJA INTEIRA RESPLANDECER!

 
BÊNÇÃO FINAL

143. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
 
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác ou Pres: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!

CANTO FINAL

GLÓRIA A TI NESTE DIA DE GLÓRIA
GLÓRIA A TI, REDENTOR, QUE HÁ CEM ANOS
NOSSOS PAIS CONDUZISTE À VITÓRIA
PELOS MARES E CAMPOS BAIANOS

DESSA SAGRADA COLINA
MANSÃO DA MISERICÓRDIA
DAI-NOS A GRAÇA DIVINA
DA JUSTIÇA E DA CONCÓRDIA

DAI-NOS A GRAÇA DIVINA
DA JUSTIÇA E DA CONCÓRDIA

GLÓRIA A TI NESSA ALTURA SAGRADA
ÉS O ETERNO FAROL, ÉS O GUIA
ÉS, SENHOR, SENTINELA AVANÇADA
ÉS A GUARDA IMORTAL DA BAHIA

DESSA SAGRADA COLINA
MANSÃO DA MISERICÓRDIA
DAI-NOS A GRAÇA DIVINA
DA JUSTIÇA E DA CONCÓRDIA

DAI-NOS A GRAÇA DIVINA
DA JUSTIÇA E DA CONCÓRDIA

AOS TEUS PÉS, QUE NOS DESTE O DIREITO
AOS TEUS PÉS, QUE NOS DESTE A VERDADE
CANTA E EXULTA NUM FÉRVIDO PREITO
A ALMA EM FESTA DA TUA CIDADE

DESSA SAGRADA COLINA
MANSÃO DA MISERICÓRDIA
DAI-NOS A GRAÇA DIVINA
DA JUSTIÇA E DA CONCÓRDIA

DAI-NOS A GRAÇA DIVINA
DA JUSTIÇA E DA CONCÓRDIA