LIVRETO CELEBRATIVO

IMPOSIÇÃO DO BARRETE
AOS REVERENDÍSSIMOS CÔNEGOS 

EDUARDO MELO
JEFFERSON RYAN
ENZO LAGO

PRESIDIDA POR DOM GUSTAVO MOREIRA

 Sé Catedral Basílica Menor do Santíssimo Salvador | 23.05.2026

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, os  monsenhores e o presidente dirigem-se ao altar com os ministros, durante o canto.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ORAÇÃO COLETA

Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:
Deus todo-poderoso, nós vos pedimos que, com vossa ajuda generosa, conservemos, em nossa vida e em nossos costumes, o que celebramos nas festas pascais que estamos para encerrar. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA! 
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Jo 20, 19-23)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: 
Naquele tempo, Pedro virou-se e viu atrás de si aquele outro discípulo que Jesus amava, o mesmo que se reclinara sobre o peito de Jesus durante a ceia e lhe perguntara: “Senhor, quem é que te vai entregar?” Quando Pedro viu aquele discípulo, perguntou a Jesus: “Senhor, o que vai ser deste?” Jesus respondeu: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa isso? Tu, segue-me!” Então, correu entre os discípulos a notícia de que aquele discípulo não morreria. Jesus não disse que ele não morreria, mas apenas: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?” Este é o discípulo que dá testemunho dessas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. Jesus fez ainda muitas outras coisas, mas, se fossem escritas todas, penso que não caberiam no mundo os livros que deveriam ser escritos.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

IMPOSIÇÃO DO BARRETE DE CÔNEGO

Após a homília, o bispo faz um breve discurso sobre a importância do cabido de cônegos na vida da diocese, ressaltando seu papel de apoio ao ministério episcopal e ao serviço pastoral.

℣.: Aproxime-se os cônegos eleitos para a imposição do barrete.

Os novos prelados se aproximam do bispo, que os interroga, dizendo:
Pres.: Reverendíssimos Padres, a Santa Igreja lhe confia e afirma a continuardes na missão que já prometestes e iniciastes, quando fostes ordenado presbítero.
Prometes continuares a serviço da Santa Igreja no exercício de sua missão?
Cônegos: Prometo.

Pres.: Prometes manter-se firme na missão sacerdotal a frente de tal ministério, contribuindo para a difusão da Palavra Deus e celebrando o santo sacrifício?
Cônegos: Prometo.

Pres.: Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?
Cônegos: Prometo.

Pres.: Que Deus todo-poderoso continue o bem que em vós começou, acumulando-o de graças.
℟.: Amém.

BENÇÃO DO BARRETE

O bispo, de pé e com as mãos estendidas sobre o barrete disposto em uma mesa próxima, recita a seguinte oração:

Pres.: Senhor Deus, fonte de toda graça e santidade, abençoai este barrete que, como símbolo de dignidade e serviço, serão impostos ao vosso servo eleito para o cabido desta arquidiocese. Que, sob a intercessão de São Paulo Apóstolo, sejam sempre fiéis no zelo pela Vossa Igreja e pela salvação das almas, exercendo com sabedoria e humildade os ofícios que lhes são confiados. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

IMPOSIÇÃO DOS BARRETES

O cônego aproxima-se do bispo sendo um por vez. Ao receber o barrete, o cônego se ajoelha diante do bispo, que o coloca sobre sua cabeça, dizendo:

Pres.: Recebe este barrete, símbolo da dignidade de teu ofício. Que ele te inspire a servir com fidelidade e amor à Igreja de Cristo, para a glória de Deus e o bem do Seu povo.
Cônego: Amém.

Após receber o barrete, o cônego se levanta, faz uma reverência ao bispo e retorna ao seu lugar.

O bispo volta-se para a assembleia e faz a seguinte oração:

Pres.: Ó Deus, que chamais Vosso servo a desempenhar com dedicação e compromisso os ofícios sagrados, sustentai com Vossa graça estes que foram hoje investidos com a dignidade de cônegos de nossa arquidiocese. Que eles, guiados por Vosso Espírito, sejam sempre defensores da fé e promotores da paz e da justiça em nossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.


RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.