LIVRETO CELEBRATIVO 
ORDENAÇÃO DIACONAL


PRESIDIDA POR DOM JOSÉ LEANDRO
 
Santuário Basílica do Nosso Senhor do Bonfim
06.11.2026

RITOS INICIAIS

Realize-se a Ordenação com o maior concurso possível de fiéis, num domingo ou dia festivo, particularmente numa festa dos Apóstolos, a não ser que razões pastorais aconselhem outro dia. Excluem-se, contudo, o Tríduo Pascal, a Quarta-Feira de Cinzas, toda a Semana Santa e a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos.

Nas solenidades, nos domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa, nos dias dentro da oitava da Páscoa e nas festas dos Apóstolos, utiliza-se as orações, as leituras e a cor litúrgica do dia.

Ainda antes do inicio da celebração, o bispo informe aos leitores qual será a leitura, o salmo e o evangelho a ser lido.

Quando tudo estiver preparado, como de costume, realiza-se a procissão pela igreja até o altar. Os candidatos ao Diaconato vão à frente do Diácono que leva o livro dos Evangelhos, seguindo-o outros Diáconos, se houver. Os que vão ser ordenados Presbíteros vêm logo após os Diáconos assistentes um pouco atrás.

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

ANTÍFONA DE ENTRADA
(Jo 12, 26)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
℣.: Se alguém me quer servir, siga-me, e onde eu estou estará também o meu servo, diz o Senhor (T.P. aleluia).

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.

℟.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.


Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza  à vida eterna.

(Missa II - Kyrie)

Após um instante de silêncio inicia-se o canto;

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.

​CHRISTE, ELEISON.

​R/. CHRISTE, ELEISON.

​KYRIE, ELEISON.

​R/. KYRIE, ELEISON.


HINO DE LOUVOR 
(Missa II - Gloria)

Quando for prescrito*, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

​Pres.: GLORIA IN EXCELSIS DEO,

​ET IN TERRA PAX HOMINIBUS

BONÆ VOLUNTATIS.

​LAUDAMUS TE,

​BENEDICIMUS TE,

​ADORAMUS TE,

GLORIFICAMUS TE,

​GRATIAS AGIMUS TIBI

PROPTER MAGNAM GLORIAM TUAM,

​DOMINE DEUS, REX CŒLESTIS,

DEUS PATER OMNIPOTENS.

​DOMINE FILI UNIGENITE,

JESU CHRISTE,

​DOMINE DEUS, AGNUS DEI,

FILIUS PATRIS:

​QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,

MISERERE NOBIS;

​QUI TOLLIS PECCATA MUNDI,

SUSCIPE DEPRECATIONEM NOSTRAM,

​QUI SEDES AD DEXTERAM PATRIS,

MISERERE NOBIS.

​QUONIAM TU SOLUS SANCTUS,

​TU SOLUS DOMINUS,

​TU SOLUS ALTISSIMUS, JESU CHRISTE,

​CUM SANCTO SPIRITU,

IN GLORIA DEI PATRIS.

​AMEN.

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, quisestes prover de pastores o vosso povo; infundi na Igreja o espírito de piedade e fortaleza, que suscite dignos ministros do vosso altar e pregadores do Evangelho corajosos e mansos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Nm 3, 5-9)

Leitor: Leitura dos Números.
Naqueles dias, o Senhor falou a Moisés, dizendo: “Faze com que a tribo de Levi se aproxime, e apresenta-a ao sacerdote Aarão para que o sirvam. Os levitas se encarregarão de tudo o que diz respeito a Aarão e a toda a comunidade, diante da Tenda da Reunião, no serviço da morada de Deus. Cuidarão de todos os utensílios usados na Tenda da Reunião, e daquilo que compete aos filhos de Israel no serviço da morada. E darásos levitas a Aarão e seus filhos: eles lhes foram oferecidos pelos filhos de Israel”.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 109(110), 1.2.3.4)

— Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec.

— Palavra do Senhor ao meu Senhor: ‘Assenta-te ao meu lado direito até que eu ponha os inimigos teus como escabelo por debaixo de teus pés!’ 
— O Senhor estenderá desde Sião vosso cetro de poder, pois Ele diz: ‘Domina com vigor teus inimigos; 
— tu és príncipe desde o dia em que nasceste; na glória e esplendor da santidade, como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei!’ 
— Jurou o Senhor e manterá sua palavra: ‘Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec!’ 

SEGUNDA LEITURA
 (2Cor 4, 1-3.5-7)

Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios.
Irmãos, não desanimamos no exercício deste ministério que recebemos da misericórdia divina. Rejeitamos todo procedimento dissimulado e indigno, feito de astúcias, e não falsificamos a palavra de Deus. Mas, pelo contrário, manifestamos a verdade e, assim, nos recomendamos a toda consciência humana, diante de Deus. E se o nosso evangelho está velado, é só para aqueles que perecem que ele está velado. De fato, não nos pregamos a nós mesmos, pregamos a Jesus Cristo, o Senhor. Quanto a nós, apresentamo-nos como servos vossos, por causa de Jesus. Com efeito, Deus que disse: ‘Do meio das trevas brilhe a luz’, é o mesmo que fez brilhar a sua luz em nossos corações, para tornar claro o conhecimento da sua glória na face de Cristo. Ora, trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós. 
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Jo 15, 15b)

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

EU VOS CHAMO MEUS AMIGOS, POIS VOS DEI A CONHECER O QUE O PAI ME REVELOU

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.


Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Jo 10, 11-16)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Naquele tempo, disse Jesus: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. O mercenário, que não é pastor e não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa. Pois ele é apenas um mercenário e não se importa com as ovelhas. Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas. Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

Proclamado o Evangelho, o Diácono recoloca, com reverência, o livro dos Evangelhos sobre o altar, onde permanece até que seja entregue aos Ordenados.

ELEIÇÃO DO CANDIDATO AO DIACONADO

Então dá-se início à Ordenação do Diácono.

Então dá-se início à Ordenação dos Diáconos.
O Bispo, se for o caso, aproxima-se da cadeira preparada para a Ordenação, e é feita a apresentação dos candidatos.
O Diácono ou um Presbítero chama os Ordinandos:
℣.: Queiram aproximar-se os que vão ser ordenados Diáconos.
E logo os chama um por um, pelo nome. Os Eleitos respondem:

℣.: Sem. Vinicius Ricciareli
Eleito: Presente!

E se aproximam do Bispo, fazendo-lhe uma reverência.

Quando todos estiverem diante do Bispo, um Presbítero, para isto indicado, diz:
℣.: Reverendíssimo Pai, a Santa Mãe Igreja pede que ordenes para a função de Diácono este nosso irmão.

Pres.: Podes dizer-me se eles são dignos deste ministério?

℣.: Tendo interrogado o povo de Deus e ouvido os responsáveis, dou testemunho de que foi considerado digno.

Pres.: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso Salvador, escolhemos estes nossos irmãos para a Ordem do Diaconato.
℟.: Graças a Deus!

HOMILIA

Então o Bispo, estando todos sentados, faz a homilia, na qual fala ao povo e ao Eleito sobre o ministério dos Presbíteros, iniciando com base no texto das leituras na liturgia da Palavra.  


PROPÓSITO DO ELEITO AO DIACONADO

Terminada a homilia, o Eleito ao Diaconato se levanta e coloca-se diante do Bispo, que o interroga, dizendo:
Pres.: Caro filho, antes de seres admitido à Ordem do Diaconato, é necessário que manifestes, perante todo o povo, o vosso desejo de assumir este ministério.

Pres.: Queres, pois ser consagrado ao serviço da Igreja, mediante a imposição de minhas mãos e a graça do Espírito Santo?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres desempenhar, com humildade e amor, o ministério do Diácono, como colaborador da Ordem sacerdotal, para o bem do povo cristão?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres guardar o mistério da fé, como diz o Apóstolo, com a consciência pura, e proclamar esta mesma fé, através de palavras e atos, conforme o Evangelho e a tradição da Igreja?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres, de acordo com o teu estado, perseverar e progredir no espírito de oração e, neste mesmo espírito, segundo tuas condições, realizar fielmente a Liturgia das Horas com o povo de Deus, em seu favor e pelo mundo inteiro?
Eleito: Quero.

Pres.: Queres imitar sempre, na vossa vida, o exemplo de Cristo, de cujo Corpo e Sangue estarás a serviço?
Eleito: Quero, com a graça de Deus.

Em seguida, o Eleito ao Diaconao se aproxima do Bispo, ajoelha-se e põe as mãos postas entre as do Bispo.

O Bispo, se for o Ordinário do Eleito, interroga-o, dizendo:
Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?
Eleito: Prometo.

O Bispo termina sempre assim:
Pres.: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.

O Eleito ao Diaconato retorna ao seu lugar e senta.

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS
(Ladainha Tradicional)

Todos se levantam. O Bispo, sem a mitra, de mãos postas, voltado para o povo, diz:
Pres: Roguemos, irmãos e irmãs a Deus Pai todo-poderoso que derrame com largueza a sua graça sobre este seu servo, que ele escolheu para os cargo de Diácono.
Ⓗ O Eleito se prostra.
Ⓗ Canta-se a ladainha, à qual todos respondem.
Ⓗ Nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé, na posição em que estão.

Ⓗ Nos dias de semana, exceto no Tempo Pascal, todos permanecem de joelhos, na posição em que estão. Neste caso, o Diácono diz:
℣.: Ajoelhemo-nos.
E todos se ajoelham.

Segue-se a fórmula da ladainha:
— KYRIE, ELEISON.
℟.: KYRIE, ELEISON.
— CHRISTE, ELEISON.
℟.: CHRISTE, ELEISON.
— KYRIE, ELEISON.
℟.: KYRIE, ELEISON.
 
— SANTA MARIA, MÃE DE DEUS,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO MIGUEL E SANTOS ANJOS DE DEUS,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO JOÃO BATISTA E SÃO JOSÉ,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO PEDRO E SÃO PAULO,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SANTO ANDRÉ E SÃO JOÃO,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO TOMÉ E SÃO TIAGO,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO FILIPE E SÃO BARTOLOMEU,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO MATEUS E SÃO SIMÃO,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO TADEU E SÃO MATIAS,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SANTA MARIA MADALENA E SANTO ESTEVÃO,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA E SÃO LOURENÇO,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SANTAS PERPETUA E FELICIDADE E SANTA INÊS,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO GREGÓRIO E SANTO AGOSTINHO 
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SANTO ATANÁSIO E SÃO BASÍLIO 
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO MARTINHO E SÃO BENTO,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO FRANCISCO E SÃO DOMINGOS,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SÃO FRANCISCO XAVIER E SÃO JOÃO MARIA VIANNEY,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— SANTA CATARINA DE SENA E SANTA TERESA DE JESUS,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.
— TODOS OS SANTOS E SANTAS DE DEUS,
℟.: ROGAI PHOR NÓS.

— SEDE-NOS PROPÍCIO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE NOS LIVREIS DE TODO MAL, TODO PECADO E DA MORTE ETERNA,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PELA VOSSA ENCARNAÇÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PELA EFUSÃO DO ESPÍRITO SANTO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— APESAR DE NOSSOS PECADOS,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONDUZIR E PROTEGER A VOSSA IGREJA,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR NO VOSSO SANTO SERVIÇO O PAPA, OS BISPOS E TODO O CLERO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS ABENÇOAR, SANTIFICAR E CONSAGRAR ESTE ELEITO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONCEDER A TODOS OS POVOS A PAZ E A VERDADEIRA CONCÓRDIA,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS MANIFESTAR A VOSSA MISERICÓRDIA A TODOS QUE SOFREM TRIBULAÇÕES,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR-NOS E CONFORTAR-NOS NO VOSSO SANTO SERVIÇO,
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.
— JESUS, FILHO DO DEUS VIVO.
℟.: OUVI-NOS, SENHOR.

— CRISTO, OUVI-NOS.
℟.: CRISTO, OUVI-NOS.
— CRISTO, ATENDEI-NOS.
℟.: CRISTO, ATENDEI-NOS.

Terminada a ladainha, só o Bispo se levanta e diz, de mãos estendidas:
Pres.: Senhor Deus, ouvi as nossas súplicas e acompanhai com vosso auxílio o que será feito por nosso ministério, santificai, com a vossa bênção, estes nossos irmãos que julgamos aptos para o serviço dos santos ministérios. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

Se estiverem ajoelhados, o diácono diz:
℣.: Levantai-vos.
E todos se levantam.

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS

O Eleito se levanta; aproxima-se do Bispo, que está de pé diante da cadeira, com mitra; e ajoelha-se diante dele.

Em silêncio o Bispo impõe as mãos sobre a cabeça do Eleito.

Após a imposição das mãos, os Presbíteros permanecem em torno do Bispo até o fim da Prece de Ordenação, de tal modo, porém, que os fiéis possam acompanhar tudo facilmente.

PRECE DE ORDENAÇÃO DIACONAL

Tendo diante de si o Eleito ajoelhado, o Bispo, sem mitra, de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:
Pres.: Assisti-nos, nós vos pedimos, ó Deus todo-poderoso, fonte de todas as graças, que dividis as responsabilidades, repartis os serviços e assinalais os ofícios. Imutável em vós mesmo, tudo renovais e, dispondo todas as coisas em vossa eterna providência, por vossa palavra, força e sabedoria, que é Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, concedeis a cada momento o que mais nos convém. Na variedade dos dons celestes e na diversidade dos membros, fazeis crescer com admirável unidade, pela força do Espírito Santo, o Corpo de Cristo, a vossa igreja. Para edificação do novo templo, constituístes três ordens de ministros para servirem ao vosso nome, como outrora escolhestes os filhos de Levi para o serviço do antigo santuário. Assim, no inicio da Igreja, os Apóstolos do vosso Filho, movidos pelo Espírito Santo, escolheram sete homens de bem para ajudá-los no serviço diário, confiando-lhes a distribuição dos alimentos, pela oração e imposição das mãos, a fim de que eles próprios pudessem dedicar-se mais à oração e à pregação da palavra. Olhai também com bondade, Senhor, este vosso servo que consagramos como Diácono para o serviço do altar.
Enviai sobre ele, Senhor, nós vos pedimos, o Espírito Santo que os fortaleça com os sete dons de vossa graça, a fim de exercerem com fidelidade o seu ministério.
Resplandeça nele as virtudes evangélicas: o amor sincero, a solicitude para com os enfermos e os pobres, a autoridade discreta, a simplicidade de coração e uma vida segundo o Espírito. Brilhe em sua conduta os vossos mandamentos, para que o exemplo de sua vida despertem a imitação de vosso povo e, guiando-se por uma consciência reta, permaneça firme e estáveis no Cristo. Assim, imitando na terra vosso Filho, que não veio para ser servido, mas para servir, possam reinar com ele no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
℟.: Amém.

PARAMENTAÇÃO COM A DALMATICA E A ESTOLA DIACONAL

Terminada a Prece de Ordenação, todos se sentam. O Bispo põe a *mitra. Os Ordenados se levantam e alguns Diáconos ou outros ministros impõe a estola diaconal a cada um deles e lhes vestem a dalmática.

Neste meio tempo pode-se cantar um canto apropriado. Os Ordenados, com as vestes diaconais, aproximam-se do Bispo e ajoelham-se diante dele;

ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS

o Bispo entrega a cada um o livro dos Evangelhos, dizendo:
Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual fostes constituído mensageiro; transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que creres e procura realizar o que ensinares.

Depois, o Diácono recém ordenado volta ao seu lugar.

ABRAÇO DA PAZ
(Vós sereis os meus amigos)

Por fim, o Bispo acolhe o Ordenado para o abraço da paz, dizendo:
Pres.: A paz esteja contigo.
Ordenado: O amor de Cristo nos uniu. 
 
PROFISSÃO DE FÉ
( Credo III)

Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:

Símbolo Niceno-constantinopolitano:

℣.: CREDO IN UNUM DEUM,

PATREM OMNIPOTENTEM, FACTOREM CAELI ET TERRAE, VISIBILIUM OMNIUM ET INVISIBILIUM.

​ET IN UNUM DOMINUM IESUM CHRISTUM, FILIUM DEI UNIGENITUM, ET EX PATRE NATUM ANTE OMNIA SAECULA. DEUM DE DEO, LUMEN DE LUMINE, DEUM VERUM DE DEO VERO, GENITUM, NON FACTUM, CONSUBSTANTIALEM PATRI: PER QUEM OMNIA FACTA SUNT. QUI PROPTER NOS HOMINES ET PROPTER NOSTRAM SALUTEM DESCENDIT DE CAELIS. ET INCARNATUS EST DE SPIRITU SANCTO EX MARIA VIRGINE, ET HOMO FACTUS EST. CRUCIFIXUS ETIAM PRO NOBIS SUB PONTIO PILATO; PASSUS ET SEPULTUS EST, ET RESURREXIT TERTIA DIE, SECUNDUM SCRIPTURAS, ET ASCENDIT IN CAELUM, SEDET AD DEXTERAM PATRIS. ET ITERUM VENTURUS EST CUM GLORIA, IUDICARE VIVOS ET MORTUOS, CUIUS REGNI NON ERIT FINIS.

​ET IN SPIRITUM SANCTUM, DOMINUM ET VIVIFICANTEM: QUI EX PATRE FILIOQUE PROCEDIT. QUI CUM PATRE ET FILIO SIMUL ADORATUR ET CONGLORIFICATUR: QUI LOCUTUS EST PER PROPHETAS.

​ET UNAM, SANCTAM, CATHOLICAM ET APOSTOLICAM ECCLESIAM. CONFITEOR UNUM BAPTISMA IN REMISSIONEM PECCATORUM. ET EXSPECTO RESURRECTIONEM MORTUORUM, ET VITAM VENTURI SAECULI.

​AMEN.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

(Bendito sejas ó Rei da Glória)
BENDITO SEJAS
Ó REI DA GLÓRIA
RESSUSCITADO
SENHOR DA IGREJA
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS

VÊ COM BONS OLHOS
NOSSAS HUMILDES OFERTAS
TUDO O QUE TEMOS
SEJA PRA TI, Ó SENHOR!

VIDAS SE ENCONTRAM
NO ALTAR DE DEUS
GENTE SE DOA
DOM QUE SE IMOLA
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS

VÊ COM BONS OLHOS
NOSSAS HUMILDES OFERTAS
TUDO O QUE TEMOS
SEJA PRA TI, Ó SENHOR!

IRMÃOS DA TERRA
IRMÃOS DO CÉU
JUNTOS CANTEMOS
GLÓRIA AO SENHOR
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS

VÊ COM BONS OLHOS
NOSSAS HUMILDES OFERTAS
TUDO O QUE TEMOS
SEJA PRA TI, Ó SENHOR!


Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
℣.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:

Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me do meu pecado.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Pai santo, vosso Filho quis lavar os pés dos seus discípulos, para nos dar o exemplo; aceitai os dons do nosso serviço, e condedei que, ao oferecer nossa vida como oblação espiritual, sejamos enriquecidos de zelo e humildade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO PRÓPRIO
(Cristo, fonte de todo o ministério na Igreja)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituítes vosso Filho Unigênito Pontífice da nova e eterna aliança, e estabelecestes em vosso inefável desígnio que muitos ministérios fossem exercidos na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, não somente enriquece a Igreja com um sacerdócio real, mas, também, com bondade fraterna, escolhe homens que, pela imposição das mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, precedem o povo na caridade, alimentam-no com a Palavra e o restauram com os sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação dos irmãos, procurem assemelhar-se à imagem do próprio Cristo e testemunhem, constantes, diante de vós, a fé e o amor. Por isso, Senhor, com os najos e todos os santos, vos exaltamos, cantando (dizendo) jubilosos a uma só voz:

SANTO

℟.: SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS DOMINUS DEUS SABAOTH. PLENI SUNT CAELI ET TERRA GLORIA TUA. HOSANNA IN EXCELSIS. BENEDICTUS QUI VENIT IN NOMINE DOMINI. HOSANNA IN EXCELSIS.

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Inocêncio, o nosso Bispo Samuel e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santíssimo em que nosso Senhor, vosso Filho unigênito, elevou à vossa direita na glória a nossa frágil natureza humana. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. 
℟.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; nós as oferecemos também por este vosso servo que vos dignastes chamar à Ordem do presbiterado. Conservai nele, com benevolência, os vossos dons, para que realize por divino poder o que recebeu por divina graça.
Une as mãos.

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos;
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. e N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

FRAÇÃO DO PÃO 
(Missa II - Agnus Dei)

​AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
MISERERE NOBIS.

AGNUS DEI, QUI TOLLIS PECCATA MUNDI:
DONA NOBIS PACEM.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Quem come minha Carne e bebe meu Sangue permanece em mim e eu nele.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

ORAÇÃO DE COMUNHÃO ESPIRITUAL 

℟.: Meu Jesus, eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, ao meu coração. Abraço-me convosco come se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! Não permitais que torne a Separar-me de vós! Amém!

ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Jo 12, 26)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
℣.: Pai santo, consagra-os na verdade. Como tu me enviaste ao mundo, assim também eu os enviei ao mundo, diz o Senhor.

(Tarde te amei - Santo Agostinho)

TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA,
TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI,
BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA!

NO ENTANTO SENHOR ESTAVAS DENTRO EM MIM, E EU FORA DE TI
EMBORA CONFUSO, VIA A BELEZA, DE TUAS CRIATURAS

TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA,
TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI,
BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA!

COMIGO TU ESTAVAS, E EU LONGE DE TI PRESO ÀS CRIATURAS
ELAS ME AMARRAVAM, QUERENDO ME RETER, LONGE DE TI

TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA,
TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI,
BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA!

ENTÃO ME CHAMASTE, E TUA MEIGA VOZ, ABRIU MEUS OUVIDOS
TU ME TOCASTE, E TUA LUZ AMIGA, MEUS OLHOS CLAREOU

TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA,
TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI,
BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA!

TU DERRAMASTE, TEU SUAVE PERFUME, DE TI TENHO SEDE
TU ME TOCASTE, E AGORA SÓ ANSEIO, PELA TUA PAZ

TARDE TE AMEI, BELEZA INFINITA,
TARDE TE AMEI, TARDE TE AMEI,
BELEZA SEMPRE ANTIGA E SEMPRE NOVA!

Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Senhor, concedei que os vossos servos, saciados com o alimento e a bebida celestiais, sejam fiéis ministros do Evangelho, dos sacramentos e da caridade para a vossa glória e a salvação dos que creem. Por Cristo, Senhor nosso.
℟.: Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O Bispo estende as mãos sobre o presbítero recém-ordenado e sobre o povo, e diz:
Pres.: Deus, pastor e guia da Igreja, te guarde constantemente com sua graça para cumprirdes com ânimo fiel o múnus presbiteral.
℟.: Amém.

Pres.: Ele te faça no mundo servidor e testemunha da divina caridade e da verdade, e ministro fiel da reconciliação.
℟.: Amém.

Pres.: E te faça verdadeiro pastor que distribua aos fiéis o o pão vivo e a palavra da vida, para que cresçam sempre mais na unidade do Corpo de Cristo.
℟.: Amém.

Pres.: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
℟.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz, e anunciai o Evangelho do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

(Te Deum   
 Laudamus)  

TE DEUM LAUDAMUS: TE DOMINUM CONFITEMUR.
TE ÆTERNUM PATREM OMNIS TERRA VENERATUR.
TIBI OMNES ANGELI; TIBI CÆLI ET UNIVERSÆ POTESTATES;
TIBI CHERUBIM ET SERAPHIM INCESSABILI VOCE PROCLAMANT:
SANCTUS, SANCTUS, SANCTUS, DOMINUS DEUS SABAOTH.
PLENI SUNT CÆLI ET TERRA MAIESTATIS GLORIÆ TUÆ

TE GLORIOSUS APOSTOLORUM CHORUS,
TE PROPHETARUM LAUDABILIS NUMERUS,
TE MARTYRUM CANDIDATUS LAUDAT EXERCITUS.
TE PER ORBEM TERRARUM SANCTA CONFITETUR ECCLESIA,
PATREM IMMENSÆ MAIESTATIS:

VENERANDUM TUUM VERUM ET UNICUM FILIUM;
SANCTUM QUOQUE PARACLITUM SPIRITUM.
TU REX GLORIAE, CHRISTE.
TU PATRIS SEMPITERNUS ES FILIUS.
TU AD LIBERANDUM SUSCEPTURUS HOMINEM,
NON HORRUISTI VIRGINIS UTERUM.

TU, DEVICTO MORTIS ACULEO,
APERUISTI CREDENTIBUS REGNA CAELORUM.
TU AD DEXTERAM DEI SEDES, IN GLORIA PATRIS.
IUDEX CREDERIS ESSE VENTURUS.

TE ERGO QUAESUMUS, TUIS FAMULIS SUBVENI:
QUOS PRETIOSO SANGUINE REDEMISTI.
AETERNA FAC CUM SANCTIS TUIS IN GLORIA NUMERARI.
SALVUM FAC POPULUM TUUM, DOMINE, ET BENEDIC HEREDITATI TUAE.
ET REGE EOS, ET EXTOLLE ILLOS USQUE IN AETERNUM.
PER SINGULOS DIES BENEDICIMUS TE;
ET LAUDAMUS NOMEN TUUM IN SAECULUM, ET IN SAECULUM SAECULI.
DIGNARE, DOMINE, DIE ISTO SINE PECCATO NOS CUSTODIRE.
MISERERE NOSTRI DOMINE,
MISERERE NOSTRI.
FIAT MISERICORDIA TUA, DOMINE, SUPER NOS,
QUEMADMODUM SPERAVIMUS IN TE.
IN TE, DOMINE, SPERAVI: NON CONFUNDAR IN AETERNUM.